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MULHERES ESMAC QUE TRANSFORMAM SONHOS EM REALIDADE

Há muito tempo as mulheres lutam por sua independência e visibilidade na sociedade, e desde o início a batalha é por uma única causa: uma sociedade com direitos iguais, sem distinção de gênero, onde elas tenham poder sobre si mesmas, equidade, seja em uma carreira profissional, vida familiar ou relações sociais, elas buscam por emancipação. E o dia internacional da mulher é a celebração a toda essa oposição política e social que elas escolheram travar para alcançar seus objetivos.
Embora essa data tenha sido oficializada em 1975, a mesma já é conhecida desde 1917, quando as mulheres russas saíram em protesto contra a guerra e a fome, o movimento que daria início a Revolução Russa foi chamado de Paz e Pão, e ficou conhecido como Dia da Mulher Heróica Trabalhadora. Porém a luta feminina já ocorreu antes mesmo de 1917, a exemplo de Mary Wollstonecraft, que apesar de todas as limitações sociais do século XVIII, já escrevia a respeito da igualdade de gênero.

Mas foi somente no século XX que as manifestações organizadas por mulheres tomaram proporções e forças maiores, como na manifestação de 1909 quando cerca de 15 mil mulheres saíram nas ruas de New York protestando por mudanças trabalhistas, já que a jornada de trabalho chegava até 16h diárias, 6 dias por semana, visto que as condições de trabalho das mulheres eram inferiores às dos homens, naquele período elas já lutavam por igualdade no ambiente de trabalho.  Dois anos depois deste protesto, as más condições no local de trabalho ocasionaram um trágico acidente, quando em 25 de março de 1911, houve um incêndio em uma fábrica de roupas chamada Triangle Shirtwaist Company, em Nova York, onde 146 pessoas foram a óbito e 125 das vítimas eram mulheres entre 14 e 25 anos, este recorte histórico expôs toda a negligência trabalhista que as mulheres já estavam criticando anos antes a respeito da desigualdade e precarização do trabalho. Pauta que, inclusive, já havia sido debatida em uma conferência que ocorreu na Dinamarca em 1910, no qual reuniram-se 100 mulheres de 17 países. Nesta mesma conferência, a política e escritora alemã Clara Zetkin propôs que houvesse não necessariamente um dia fixo, mas um dia no ano em fosse reservado para manifestações dos interesses das mulheres, principalmente igualdades cíveis.

E então o primeiro dia da mulher foi celebrado no dia 19 de março de 1911, apenas anos depois a Organização das Nações Unidas (ONU) fixou a data 08 de março como dia internacional da mulher. Até o presente, as mulheres conquistaram algum espaço na política e na sociedade.

No Brasil não poderia ser diferente, em 1928, a professora Celina Guimarães Viana, no estado do Rio Grande do Norte, se tornava a primeira mulher a conquistar o direito ao voto na América Latina, que foi uma das maiores conquistas femininas rumo a igualdade de gênero do país com grande destaque a 36ª Presidente do País, Dilma Rousseff.

Mas é importante ressaltar que na atualidade, apesar de todas as conquistas femininas, as mulheres ainda não possuem o mesmo espaço que os homens, e por isso nesse dia das mulheres, a faculdade ESMAC convida não apenas elas, mas toda a sociedade para unir-se em celebração a todos os apoderamentos femininas do passado e do presente, sem esquecer-se o propósito da data, que é a luta das mulheres por diversidade e igualdade em todos os âmbitos sociais no futuro.

Nesta data mais que especial, a qual representa uma parte significativa da família ESMAC, homenageamos algumas “personas” femininas, que diariamente nos inspiram e lideram equipes a fim de proporcionar qualidade e desenvolvimento para todo o âmbito institucional.

A primeira homenageada se chama Fernanda Oliveira, que compõe a equipe comercial há três anos, e contou que o momento que mais marcou a vida profissional na ESMAC foi na Pandemia, ocasionada pela COVID-19, em que ela aprendeu muito de diversas formas e conhecer seus colegas de trabalho a distância foi uma experiência diferenciada, mas que apesar das perdas, ela se sente muito feliz de fazer parte dessa família, e continua sonhando e trabalhando para alcançar posições mais altas dentro de sua área profissional.

Dona Carmen Albuquerque é a típica mulher batalhadora brasileira, trabalha na instituição ESMAC há 30 anos, e sempre lutou para conquistar seu maior objetivo, que foi ver seus filhos formados em um curso superior, sonho este que a ESMAC ajudou a conquistar dando todo apoio. Em sua entrevista, Carmen afirma que a melhor coisa que já lhe aconteceu dentro do ambiente de trabalho foi se tornar membro da família ESMAC e poder conhecer o professor Amintas Pinheiro. 

A Fabrícia Benício lidera a área do financeiro há dois anos e meio e compartilhou sobre um dos momentos mais marcantes dentro da ESMAC que foi o desafio de assumir a implantação de um departamento de enorme responsabilidade. Por meio de seu trabalho, Fabrícia busca proporcionar qualidade de vida para as pessoas que ama.

Não poderíamos deixar de homenagear uma das mulheres mais inspiradoras e fortes que, sem dúvida, representa muito bem a mulher ESMAC, liderando o Grupo de ensino Madre Celeste há 41 anos, Professora Nilse Pinheiro, que além de professora, enfermeira e empreendedora, é figura política dedicada, e sua vida é pautada pela luta diária diretamente por espaços femininos na política e na sociedade. 

Nós temos consciência de que os esforços femininos por uma sociedade justa não chegaram ao fim, e por isso a ESMAC se esforça diariamente para proporcionar não apenas igualdade, mas sim equidade, seja entre os profissionais ou alunos, sempre em progresso para um futuro onde todos possam conviver com direitos e deveres proporcionais às necessidades.

De todos nós da Faculdade ESMAC, um feliz dia internacional da mulher.

TEXTO: ÍRIS MACHADO – ESTAGIÁRIA  ASCOM ESMAC
FOTOGRAFIA: VITÓRIA MATIAS
IMAGENS: FOTO DIVULGAÇÃO
SUPERVISÃO ESTÁGIO: LUCY SILVA
ASCOM DO GRUPO DE ENSINO MADRE CELESTE

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